quinta-feira, 30 de junho de 2011

Hades - Tema Dança Afro-Contemporânea

Profanus

A coreográfica “Profanus” parte do processo investigativo do “mundo inferior” da mitologia grega, movimentos fortes , sensuais , exóticos e eróticos faz uma ponte entre a dança negra contemporânea o mundo místico de Hades governante do Mundo dos Mortos, que era dócil a quem chegava, mas feroz a quem pretendesse sair.


Clique nos links para baixar a música da coreografia 

Por Anderson Anastácio - Professor de Danças Brasileiras

quarta-feira, 29 de junho de 2011

DanceConDomínio - Academia Delivery!


Ouço há muito tempo e de muitas pessoas, que dançar é muito bom, que elas gostariam de aprender a dançar, mas que falta tempo. Essa desculpa é o maior “desestimulante” que eu já vi.
Muitas pessoas que me procuravam para fazer aula em suas casas, justificavam exatamente dessa forma, que não tinham tempo para se deslocar para uma academia, nem que essa fosse a 10 minutos de suas residências.
Os tempos de hoje faz com que as pessoas tenham de fato uma rotina muito corrida, precisam trabalhar, arrumar casa, marido para cuidar, esposa para olhar, filhos para criar, e esquecem que precisam também ter um lazer, um hobby.
Resolvi então dar uma solução prática, rápida e prazerosa para essas pessoas. Idealizei o projeto DanceConDomínio e juntamente com o ShivaNataraj estamos colocando em prática. Agora não existem quase empecilhos para se fazer aulas de dança. As pessoas interessadas entram em contato conosco, agendam o dia e o horário de sua preferência, e pronto, podem praticar as aulas e modalidades que quizerem na sua própria casa.
O bom também é que essas aulas podem ser feitas junto com amigos e familiares, afinal acontecem dentro de casa, ou do seu condomínio. E tem mais, pais e mães de plantão: enquanto vocês fazem aula, seus filhos também podem frequentar turmas diferentes porem no mesmo horário.
Então hoje coloco como uma academia Delivery, onde você liga e contata aquilo que vai atender totalmente sua necessidade.

Por Juliana Sanches - Professora de Dança de Salão e coordenadora do DanceConDomínio

terça-feira, 28 de junho de 2011

Nem tudo é feito de 8!

Abaixo segue um vídeo que ilustra que nem tudo na vida do dançarino é feito de 8.
Esse vídeo, é uma amostra de que há no mundo musical, do mais tradicional até o mais experimental, outras estruturas diferentes do 8.
O profissional da dança deve estar sempre atento para poder diferenciá-las.
Essa música por exemplo, segue uma estrutura de 6.



Por Myrlaine Zoldan - professora de Música

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Especialização ShivaNataraj em Flamenco

Especialização em Flamenco para o módulo I com a coordenação de Symone Coelho.



  • historia do flamenco
  • ritmos de andalucia antes do flamenco - sevillanas e fandagos
  • compassos, contagem
  • harmonias, toques
  • estruturas (llamada,falseta, rueda de tonos, remate)  - Jeferson
  • características da dança flamenca
  • trabalho prático com sevillanas e fandangos
  • Sevillanas (5 tipos) - Jeferson
  • sevillanas com acessórios
  • Fandangos (5tipos) - Jeferson
  • montagem de fandangos com as alunas
  • principais palos do flamenco - Jeferson
  • palos de 12  tempos (solea, caña y polo, solea p bulerias, bambera, alegrias, caracoles, mirabras, guajiras, bulerias - 2 tipos de cada)
  • contagens
  • Harmonias, tonalidades, toques
  • estruturas (llamada,falseta, rueda de tonos, remate)
  • montagem de coreografia com palos de 12 tempos
  • palos de 12 contados em 5 - seguiriya 2 tipos, martinete, serrana, cabales
  • harmonias, tonalidades, toques
  • estruturas (llamada,falseta, rueda de tonos, remate) - Jeferson
  • montagem de coreografia com palos contados em 5.
  • Palos de 4 tempos (tangos 3 tipos, tientos, tarantos, rumbas, colombiana)
  • Harmonias, tonalidades e toques
  • estruturas (llamada,falseta, rueda de tonos, remate) - Jeferson
  • montagem de coreografia com palos de 4 tempos.


Professor convidado confirmado: Jefferson Lima


Por Lêda Toda - sócia proprietária e diretora do Curso Técnico em Dança


Especialização ShivaNataraj em Dança Cigana

Especialização em Dança Cigana com a coordenação da Profa Mhelani Souza:




domingo, 26 de junho de 2011

Especializações ShivaNataraj

Já estão publicadas neste blog as programações das especializações do curso Tecnico em Dança.
Antes de tudo gostaria de falar um pouco da preparação destes cursos pois foram inúmeras reuniões com as coordenadoras de cada especialização, estamos a exatos 12 meses de “confecção” do conteúdo.
Levamos em consideração tudo o que achamos essencial para a formação de uma profissional. Cada coordenadora tem mais de 7 anos de experiência em docência na modalidade e esta maturidade e vontade de dividir informações são essenciais para o crescimento da formanda.

Tem também o módulo de Didática  e organização do trabalho pedagógico em dança
são 30 horas distribuidos em 5 encontros, o conteúdo:
1.   Laban, Desenvolvimentos, o prof tem um novo papel
2.   O auto conhecimento
3.   Ensinar e aprender
4.   Desenvolvimento motor, fases e estágios
5.   O processo de aprendizagem, tipos de abordagens
6.   Prática educativa, pedagógica e didática
7.   planejamento da ação didática
8.   Projeto pedagógico
9.   Políticas públicas  e legislação educacional
10. Gerenciando conflitos
11. Teoria DISC
12. A comunicação- feedback

Além deste conteúdo compartilharemos 3 pequisas com assuntos vitais ao profissional da dança.
Ah estas aulas são dadas por mim, tá?

Acessem as programações e para mais informações sobre datas e horários falem com uma de nossas consultoras (Gi e Carol)!

Até nossa próxima conversa com mais novidades sobre o Curso Técnico!

Abraços dançantes.



Lêda Toda - sócia proprietária e diretora do Curso Técnico em Dança

Especialização ShivaNataraj em Danças Árabes


Especialização em Danças Árabes com a Coordenação da Profa Kelly Obara:



sexta-feira, 24 de junho de 2011

Código de Ética da Dança do Ventre


Antes do reconhecimento do Ministério da Educação à profissão de Técnico em Dança, estes profissionais contavam com muito pouco apoio sócio-econômico. A total falta de união da classe, estabelecimento de regras para a convivência sadia, boa qualidade, proteção, enfim, itens que são importantes em qualquer profissão, não eram garantidos à estes profissionais.
Como iniciativa de organização, foi elaborado por Shalimar Mattar, o Código de Ética da Dança do Ventre, editora do jornal Oriente, Encanto e Magia e realizadora do Mercado Persa de São Paulo/SP.
É resultado de um trabalho que contou com a participação de 439 praticantes da dança do ventre (amadoras e profissionais) e demorou dez meses para ser concluído.
Foi publicado em 3 de março de 2002, durante o "1º Simpósio de Dança do Ventre" realizado em São Paulo.
"A dança do ventre é uma expressão artística e, como tal, deve ser difundida. Cabe às profissionais da área zelar pelo seu conceito, mantendo assim, os padrões de elegância que a envolvem e não permitindo sua vulgarização. Para exercer suas funções com dignidade, as profissionais da área devem receber remuneração justa pelos serviços artísticos ou didáticos prestados. É considerada conduta antiética a prática de concorrência desleal com outras profissionais da área." (bailarinas ou professoras).

Professoras
- A professora tem a função de ensinar e orientar pacientemente, sempre zelando, em primeiro lugar, pela saúde e bem-estar de suas alunas, e respeitando as limitações de cada uma.
- A todas as professoras é dada orientação que seus currículos estejam à disposição das alunas.
- É importante que a professora realize anualmente avaliações opcionais com suas alunas, as quais terão à disposição informações preciosas para a evolução de seu aprendizado.
- A dedicação ao ensino deve ser direcionada para o conhecimento de suas alunas e não como instrumento de vaidade pessoal para a promoção da professora.
- A professora deve exercer seu trabalho livre de toda e qualquer discriminação, motivando e respeitando suas alunas, independentemente de características físicas ou faixa etária, lembrando que esta é uma atividade que deve ser direcionada visando ao bem-estar e equilíbrio físico, mental e emocional. Portanto, não podem ser exigidos padrões estéticos que diferenciem ou discriminem qualquer uma delas.
- Para aptidão ao magistério da dança do ventre considera-se satisfatório um período mínimo de 4 anos de estudos na área, com aperfeiçoamento em didática e conhecimentos de anatomia, cinesiologia e biomecânica que possibilitem segurança na realização de um trabalho corporal consciente. O tempo de estudo pode ser reconsiderado a partir de cursos realizados anteriormente, como balé clássico, educação física ou faculdade de dança .
- A professora de dança do ventre deve buscar aprimoramento e atualização constantemente.
- A professora deve cumprir a programação e o cronograma de cursos oferecidos ou divulgados a suas alunas.
- Todas as alunas merecem igual atenção de sua professora, a qual não deve fazer qualquer distinção entre elas.
- A professora deve ser especialmente honesta quanto aos seus conhecimentos, buscando respostas corretas para esclarecimento de suas alunas. Todas as informações pertinentes ao curso que se dispõe a ministrar devem ser transmitidas com clareza e honestidade, visando ao efetivo aprendizado de suas alunas.
- Como a dança do ventre tem origens muito remotas e informações de difícil acesso, esta questão deve ser sempre esclarecida a priori, para se evitar a divulgação de histórias fictícias que resultem em prejuízo à sua imagem e evolução.
- A professora não deve estimular competitividade negativa entre suas alunas ou com outros grupos.
- A professora deve ter respeito e consideração com as demais profissionais da área, preservando um ambiente de relacionamento sadio que possa acrescentar ao desenvolvimento de todo o segmento, não utilizando a sala de aula como espaço para demonstrar rivalidades pessoais ou denegrir a imagem dos demais profissionais da área em pról de sua promoção. São ainda consideradas atitudes antiéticas:
  • Apresentar coreografias de outras profissionais sem prévia autorização, bem como omitir o nome da responsável por sua criação.
  • Coibir a participação de alunas em workshops e cursos que possam acrescentar elementos ao desenvolvimento e aprendizado.
  • Apresentar currículos com informações fictícias referentes ao aprendizado e experiência. Recomenda-se que, em se tratando de cursos e workshops, sempre se solicite certificado de participação.
Bailarinas
No Brasil, até a presente data, são consideradas bailarinas de dança do ventre todas aquelas que, possuindo o conhecimento e experiência necessários, prestem serviços artísticos profissionais (shows) mediante oneração.
- Cabe à bailarina profissional cumprir todas as cláusulas acertadas em contrato para prestação de serviços artísticos junto ao seu contratante.
- A bailarina profissional de dança do ventre deve zelar pela imagem moral da categoria que representa:
a) mantendo relacionamento de respeito e elegância junto ao seu público e contratante.
b) trajando-se de forma adequada aos padrões da categoria durante suas apresentações.
Faz parte da correta conduta ética entre bailarinas profissionais:
- Quando assistir à apresentação de outra bailarina e/ou alunas, dedicar o devido respeito e atenção.
- Quando estiver realizando apresentação em conjunto, ser solidária e direcionar o trabalho com espírito de equipe e união.
- Ter consciência de que cada profissional possui um estilo próprio que a diferencia e, assim, saber apreciar a admirar, com a devida humildade, todas as variadas formas de se expressar a mesma arte.
- Respeitar o local de trabalho de outras profissionais.
São consideradas atitudes antiéticas:
- Atravessar ou interferir em contato de trabalho de outra profissional estando ciente deste fato. - Distribuir material de propaganda pessoal durante serviços contratados por meio de outra bailarina.
- Criticar o desempenho ou denegrir a imagem de outra profissional junto ao público, contratantes ou demais colegas da área.
- Transformar uma apresentação coletiva em disputa pessoal de vaidade, interferindo na qualidade do trabalho apresentado.
A forma como uma professora e bailarina se referem à sua (s) mestra (s) é um exemplo que será seguido por suas alunas amanhã. Quem não respeita seu mestre não valoriza a arte.
Recomenda-se sempre avaliação médica antes do início das atividades, como em qualquer atividade física.
As responsáveis pela elaboração do Código de Ética esperam que a união, a humildade, a seriedade, o respeito e o amor sincero à arte estejam sempre acima de qualquer diferença pessoal. Que estes laços que nos aproximaram até aqui em favor do objetivo único de valorizar e organizar nossa arte se fortifiquem a cada dia, alcançando todas as praticantes da dança do ventre no Brasil".

Vamos nos basear neste código, extender para demais modalidades,  para melhorar cada vez mais a qualidade dos profissionais de dança deste país.

Comente, acrescente, dê sua opinião!

Por Fernanda Payão - sócia proprietária e professora de DOC

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Festival das Cerejeiras



A Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social – Bunkyo, em conjunto com várias entidades, está programando uma série de eventos comemorativos ao 103º Aniversário da Imigração Japonesa, a ser completado no próximo dia 18 de junho.


E o ShivaNataraj vai participar com apresentações dos Grupos Alegria Cigana, Lakshi e Árabe Brasileiro! Venha nos prestigiar e se divertir...

quarta-feira, 22 de junho de 2011

OS ANCESTRAIS E AS DIFERENTES INTELIGÊNCIAS DO NOSSO CORPO



"De acordo com os ancestrais de diferentes partes de nosso mundo, nosso corpo sente e pensa. Por exemplo, no caso dos ancestrais das tribos australianas, quando uma pessoa se fere ou adoece, a tribo se reúne ao redor do enfermo e canta pedindo perdão à ferida ou parte afetada. E esta começa automaticamente a dar sinais de melhora e ocorrem curas milagrosas.

O mesmo ocorre nas assombrosas curas dos kahunas ou médicos magos havaianos. Eles entram em oração direta com a parte afetada pedindo-lhe perdão. Esse ato de oração envolve os magos, o paciente e todas as vidas durante as quais eles possam ter se encontrado e se envolvido com essa pessoa. E também ocorrem curas consideradas milagrosas.

No conhecimento ancestral Inca, tudo é reciprocidade, quando alguém adoece ou se enche de energia pesada ou “hucha”, por ter atitudes egoístas, não deixando fluir o “sami” ou energia leve. Por isso nas curas se pede para aquela parte do corpo se harmonizar com ‘pachamama’ permitindo que o bloqueio se reequilibre. E a pessoa se cura.

No caso dos Lakotas, na América do Norte, eles falam com o corpo para informar-lhe que existe uma medicina que vai curá-lo. E logicamente as pessoas se curam.

Como vemos, examinando alguns casos de medicina ancestral, chegamos a uma interessante conclusão: os ancestrais aceitavam as partes de nosso corpo como um ser completamente inteligente e autônomo do cérebro. Isso durante os últimos séculos passou a ser considerado como fraude ou superstição. Mas vejamos agora as descobertas mais recentes da ciência. Você vai ficar estupefata (o).

A sabedoria do corpo é um bom ponto de acesso às dimensões ocultas da vida: é totalmente invisível, mas inegável. Os investigadores médicos começaram a aceitar este fato em meados dos anos oitenta. Anteriormente se considerava que a capacidade da inteligência era exclusiva do cérebro. Então foram descobertos indícios de inteligência no sistema imune e, logo a seguir, no digestivo.

A INTELIGÊNCIA DO SISTEMA IMUNE

A Dra. Bert descobriu (e logo outros cientistas confirmaram) , que existem tipos de receptores inteligentes não só nas células cerebrais, mas em todas as células, de todas partes do corpo (chamaram inicialmente de neuropeptídios) . Quando começaram a observar as células do sistema imunológico, por exemplo, as que protegem contra o câncer, contra as infecções, etc., encontraram receptores dos mesmos tipos que os do cérebro. Em outras palavras, suas células imunológicas, as que o protegem do câncer e das infecções, estão literalmente vigiando cada um dos seus pensamentos, cada emoção, cada conceito que você emite, cada desejo que tem. Cada pequena célula T e B do sistema imunológico produz as mesmas substâncias químicas produzidas pelo cérebro quando pensa. Isto torna tudo muito interessante, porque agora podemos dizer que as células imunológicas são pensantes. Não são tão elaboradas como as células cerebrais, que podem pensar em português, inglês ou espanhol. Mas sim, elas pensam, sentem, se emocionam, desejam, se alegram, se entristecem, etc. E isto é a causa de enfermidades, de stress,câncer, etc. Quando você se deprime entram em greve e deixam passar os vírus que se instalam em seu corpo.

A INTELIGÊNCIA DO SISTEMA DIGESTIVO

Há dez anos parecia absurdo falar de inteligência nos intestinos. Sabia-se que o revestimento do trato digestivo possui milhares de terminações nervosas, mas que eram consideradas simples extensões do sistema nervoso, um meio para manter a insossa tarefa de extrair substâncias nutritivas do alimento. Hoje sabemos que, depois de tudo, os intestinos não são tão insossos. Estas células nervosas que se estendem pelo trato digestivo formam um fino sistema que reage a acontecimentos externos: um comentário perturbador no trabalho, um perigo iminente, a morte de um familiar. As reações do estômago são tão confiáveis como os pensamentos do cérebro, e igualmente complicadas.

A INTELIGÊNCIA DO FÍGADO

As células do cólon, fígado e estômago também pensam, só que não com a linguagem verbal do cérebro. O que chamamos “reação visceral” é apenas um indício da complexa inteligência destes milhares de milhões de células. Em uma revolução médica radical, os cientistas acessaram uma dimensão oculta que ninguém suspeitava: as células nos superaram em inteligência durante milhões de anos.

 A INTELIGÊNCIA DO CORAÇÃO

Muitos acreditam que a consciência se origina unicamente no cérebro. Recentes investigações científicas sugerem, de fato, que a consciência emerge do cérebro e do corpo atuando juntos. Uma crescente evidência sugere que o coração tem um papel particularmente significativo neste processo. Muito mais que uma simples bomba, como alguma vez se acreditou, o coração é reconhecido atualmente pelos cientistas como um sistema altamente complexo, com seu próprio e funcional “cérebro”. Ou seja, o coração tem um cérebro ou inteligência. Segundo novas investigações no campo da Neurocardiologia, o coração é um órgão sensorial e um sofisticado centro para receber e processar informação. O sistema nervoso dentro do coração (ou o “cérebro do coração”) o habilita a aprender, recordar e tomar decisões funcionais independentemente do córtex cerebral. Além da extensa rede de comunicação nervosa que conecta o coração com o cérebro e com o resto do corpo, o coração transmite informação ao cérebro e ao corpo, interagindo através de um campo elétrico.

E LEIA ISTO…

O coração gera o mais poderoso e mais extenso campo elétrico do corpo. Comparado com o produzido pelo cérebro, o componente elétrico do campo do coração é algo assim como 60 vezes maior em amplitude, e penetra em cada célula do corpo. O componente magnético é aproximadamente 5000 vezes mais forte que o campo magnético do cérebro e pode ser detectado a vários pés de distância do corpo com magnetômetros sensíveis.

RECOMENDAÇÕES:

As investigações do Instituto HeartMath sugerem que respirar com Atitude, é uma ferramenta que ajuda a sincronizar seu coração, mente e corpo para dar-lhe uma coerência psicofisiológica mais poderosa. Ao usar esta técnica regularmente – experimente- a cinco vezes ao dia – você desenvolverá a habilidade para realizar uma mudança de atitude durável. Respirando com Atitude, você coloca o foco em seu coração e no plexo solar, enquanto respira com uma atitude positiva. O coração automaticamente harmonizará a energia entre o coração, a mente e o corpo, incrementando a consciência e a clareza.

A Técnica de Respirar com Atitude

1. Coloque o foco em seu coração enquanto inala. Enquanto exala coloque o foco no plexo solar. O plexo solar se encontra umas quatro polegadas debaixo do coração, justamente debaixo do esterno onde os lados direito e esquerdo da caixa torácica se juntam.

2. Pratique inalar através do coração e exalar através da caixa torácica durante 30 segundos ou mais para ajudar a ancorar sua atenção e sua energia ali. Depois escolha alguma atitude ou pensamento positivo para inalar ou exalar durante esses 30 segundos ou mais. Por exemplo, você pode inalar uma atitude de estima e exalar uma de atenção.

3. Selecione atitudes para respirar que lhe ajudem a compensar as emoções negativas e de desequilíbrio relacionadas com as situações pelas quais você está passando. Respire profundamente com a intenção de dirigir-se ao sentimento relacionado a essa atitude. Por exemplo, você pode inalar uma atitude de equilíbrio e exalar uma atitude de misericórdia, ou pode exalar uma atitude de amor e exalar uma atitude de compaixão.

4. Pratique diferentes combinações de atitudes que você queira desenvolver. Pode dizer em voz alta: “Respiro Sinceridade, Respiro Coragem, Respiro Tranqüilidade, Respiro Gratidão” ou qualquer atitude ou sentimento que você queira ou necessite. Inclusive, se você não sente a mudança de atitude a princípio, mesmo fazendo um esforço genuíno para mudar, ao menos lhe ajudará a alcançar um estado neutro, no qual você terá mais objetividade e poupará energia.

O QUE LHE PARECE? OS ANCESTRAIS TINHAM RAZÃO? O QUE VOCÊ ACHA?



ABRAÇOS - JORGE CARMONA - TEMPLO DO FOGO SAGRADO"


Por Didi Françoso - Professora de Consciência Corporal - Curso Técnico em Dança

terça-feira, 21 de junho de 2011

Trabalho em DOC

Eu sempre peço para as alunas do técnico, como forma de avaliação, a criação de uma coreografia ou sequência coreográfica. Neste trabalho é avaliado o estudo da música passando pela letra e tradução, elementos que serão utilizados (instrumentos), estilos (de modalidade) e principalmente didática. Esse é a parte mais dificil, mas que também ao meu ver, fará diferença na vida desta futura professora. Contagem, montagem de sequências e didática é a base para um bom professor de dança.
Segue abaixo o trabalho da aluna Fernanda Pandolfi sobre DOC com o tema Bollywood:


video
Música: Main Vari Vari (editada 0:50/2:15)
4/4
Estrutura:
Introdução: 2 compassos
Refrão: 6 compassos
Verso 1: 4 compassos
Refrão: 2 compassos
Verso 2: 7 compassos
Transição para o refrão
Refrão: 5 compassos
Finalização: 3 compassos


Letra e Tradução:


Refrão:


Tumhari adao pe main vari vari
Eu sou uma escrava do seu encanto


Verso 1:


edil baat hain jaise
Seu amor para mim é como
Har ek baat hain jaise
Seu amor para mim é como
Meethi karaari
Um punhal banhado de mel


Verso 2: 


Chalate hojo naimo ke Baan Tikhe
Seu olhar flamejante perfura-me como flechas
Nishaana tumh aaisa kaha se ho sikhe
Onde aprendeste tal habilidade fatal?
Ke dil mein kasak ho magar pyari pyari
Meu coração está ferido é uma dor tão profunda


Proposta da coreografia:


A música fala de amor e que ele é tão forte que a machuca. Minha proposta é fazer uma coreografia tentando passar esse amor e em algumas partes o quanto ele dói. Na maior parte da música o efeito é de felicidade como se estivéssemos apaixonadas.


Estrutura da coreografia:


A música começa em duas fileiras.
No fim do terceiro refrão ocorrerá um deslocamento para a troca de lugares, as da frente trocaraõ de lugar com as de traz e assim faremos um circulo para fazer o final da música.
Terminaremos girando e fazendo a pose final!


Fê, parabéns pelo trabalho!


Fica aí a dica para futuros coreografos!!


Por Fernanda Payão - Sócia Proprietária e Professora de DOC

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Um pouco sobre música


As dança em geral se baseiam mais no ritmo que na melodia.
A música possui elementos básicos que se fazem necessário conhecer para dançar ou ministrar aulas de dança: ritmo, melodia, harmonia e intensidade.
Na música para dançar a duração de cada harmonia deve ser fixada não só porque os passos dos bailarinos dependem dessa regularidade, mas permite que os músicos improvisem simultaneamente.
O rítmo é determinado pela melodia que pode ser lenta, moderada ou acelerada.
Além disso o ritmo possui fatores que determinam sua variedade: duração e intensidade.
A métrica é outro fator importante no rítmo distinguindo os tempos fortes dos fracos; normalmente, acentua-se a primeira ou a ultima figura de um agrupamento rítmico.
Por Myrlaine Zoldan - Professora de Música

sábado, 18 de junho de 2011

O que é um Compasso?


É a divisão da música em periodos ritmicos regulares marcados por uma pulsação.
Compasso é também um instrumento que serve para desenhar circunferências.
Mas o que uma circunferência tem haver com música?
A palavra circunferência nos remete a palavra ciclo. Os ciclos estão na natureza e nas artes em especial nas artes que têm o tempo como elemento primordial: a dança e a música.
Na música os ciclos são marcados conforme o tipo de compasso que podem ser simples (obedecem a uma subdivisão binária), ou compostos (obedecem a uma subdivisão ternária).


Em breve publicarei mais dicas sobre música e seus elementos!

Por Myrlaine Zoldan - Professora de Música - Curso Técnico em Dança

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Atena - Tema Danças Árabes



Atena nasceu da cabeça de Zeus. É uma Deusa imponente, sábia, que resolve seus conflitos através da sua astúcia e inteligência.
Também é considerada a Deusa da Guerra, com qualidades diplomáticas.
A coreografia explora seu raciocínio, equilíbrio e força, através do manuseio da espada.
Esta música é de estilo tribal que me fez vislumbrar estas caracterísiticas da Deusa. O estilo tribal remete ao autoconhecimento e domínio do próprio corpo.


Clique aqui para baixar a música da coreografia!






Por Kelly Obara - Professora de Danças Árabes 

quinta-feira, 16 de junho de 2011

O Nascimento da Semideusa Sophia



Sophia é a protagonista do espetáculo, e como semideusa tem características divinas como liderança, força e poder, mas também características humanas como sensibilidade e a capacidade de amar e compreender.


Busquei dar ênfase ao nascimento de Sophia e para isso escolhi o véu poi com sua presença marcante e ágil. A música é moderna e expressa a grande aventura de Sophia.

Clique aqui para baixar a música da coreografia!


Por Kelly Obara - Professora de Danças Árabes

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Espadas do Oriente

Trabalho de Conclusão de Curso de 2 meses sobre Dança com Espada
  
Cimitarra Persa


A palavra samshir – literalmente “garra de leão”, palavra que deu origem a cimitarra em português –arma originária da Pérsia (atual Irã), que foi adotada pelos árabes e se espalhou por todo o mundo islâmico até o século XIV. É uma espada extremamente cortante.
Especial: se usado por um cavaleiro a galope contra um alvo imóvel ou vindo na direção contrária, o dano aumenta em ½ grau.

 Cimitarra Real
  
Exemplo de cimitarra de qualidade muito superior à média. Foi encomendada por Abbas, xá da Pérsia de 1588 a 1629 e mais tarde presenteada ao czar da Rússia. Desapareceu durante a Revolução Russa, mas reapareceu depois da II Guerra Mundial em uma coleção privada e está hoje no museu Berman, no Alabama (EUA). O punho e a bainha somam um quilo de ouro, 1.295 pequenos diamantes e 50 quilates de rubis, além de uma esmeralda de 11 quilates.
Especial: se usado por um cavaleiro a galope contra um alvo imóvel ou vindo na direção contrária, o dano aumenta em ½ grau.

Cimitarra Afegã

Versão afegã da cimitarra.
Especial: se usado por um cavaleiro a galope contra um alvo imóvel ou vindo na direção contrária, o dano aumenta em ½ grau.
  
Cimitarra Indiana


Talwar ou tulwar, cimitarra da Índia semelhante ao shamshir, mas com pomo em forma de disco.

Cimitarra Árabe


Variante árabe da cimitarra. 

Cimitarra Curta

Cimitarra árabe pequena e ágil, às vezes usada em pares.
Especial: se usado por um cavaleiro a galope contra um alvo imóvel ou vindo na direção contrária, o dano aumenta em ½ grau. 

Cimitarra Turca

 Variante turca da cimitarra, conhecida como kilij e a mais conhecida no ocidente. Semelhante ao shamshir, mas tem uma curva em ângulo, que impede que seja guardada em uma bainha fechada (esta exige uma espada reta ou com curva em forma de arco de círculo).
  
Saif / Seif (árabe)

Clássica espada árabe, usada desde os tempos pré-islâmicos. Os cavaleiros passaram a preferir a cimitarra até o século XIV, mas continuou a ser usada por guerreiros a pé e como símbolo de status por nobres e príncipes.

Kastane


Espada típica do Ceilão (Sri Lanka), possivelmente inspirada em espadas portuguesas do século XVI. Pelo equilíbrio e beleza da decoração, é muito usada por bailarinas em suas demonstrações de dança do ventre.
  
Sabre Persa

Sabre persa do século XVIII, usado para esgrima.
   

 Cimitarra



Cimitarra do século XVII, proveniente da Índia.
A cimitarra (scimitar em inglês, saif em árabe, shamshir no Irã, kilij na Turquia, pulwar no Afeganistão, talwar ou tulwar na Índia e Paquistão) é uma espada de lâmina curva mais larga na extremidade livre, com gume no lado convexo, utilizada por certos povos orientais, tais como árabes, turcos e persas, especialmente pelos guerreiros muçulmanos.

É a espada mais típica do Oriente Médio e da Índia muçulmana.

Originária da Pérsia, foi adotada pelos árabes e espalhou-se por todo o mundo islâmico até o século XIV. É originalmente uma espada de cavaleiros e cameleiros: em muitos desses países, espadas retas continuaram a ser preferidas para guerreiros a pé ou para fins cerimoniais.

Comparável à katana japonesa, a cimitarra é também uma espada curva de um só gume extremamente cortante e ágil, feita com aço da melhor qualidade. e tambem usada por piratas.

Uma cimitarra típica tem de 90 cm a 1 metro de comprimento total e pesa de 1,0 kg a 1,5 kg.

Cimitarra curta

A cimitarra curta é uma variante menor e mais ágil da cimitarra, freqüentemente usada aos pares, uma em cada mão. Uma típica cimitarra curta tem em torno de 56 cm de comprimento e pesa 500 gramas.

Saif

A saif ("espada" em árabe) é a clássica espada longa árabe, usada desde os tempos pré-islâmicos. Os cavaleiros e cameleiros árabes passaram a preferir a cimitarra por volta do século XIV, mas a saif reta continuou a ser usada por guerreiros a pé e a ser o símbolo do status de nobres e príncipes. Uma típica saif tem cerca de 1 metro de comprimento total e pesa em torno de 1,2 kg.

Cimitarra de fantasia

As cimitarras reais são armas ágeis, leves e elegantes, mas, no cinema tornou-se um clichê demasiado freqüente representá-las como armas imensas, geralmente nas mãos de um corpulento guarda de harém.  Réplicas de tais armas da imaginação de Hollywood costumam ter cerca de um metro de comprimento, mas pesam o triplo de uma cimitarra normal - tanto quanto uma montante (espada de dois gumes). Exigiriam as duas mãos para serem manejadas.

Dança com Cimitarra
Dança com várias versões para sua origem. A primeira seria que esta dança servia para homenagear a deusa Neit, mãe de Ra, deusa da guerra, que destruía os inimigos e abria os caminhos.
Uma segunda versão conta que a dança com a cimitarra surgiu das tabernas ou casas de prostituição. Os soldados, após um dia de luta, iriam descansar nesses lugares e as mulheres da casa pegavam suas espadas e dançavam, para sua diversão. Na terceira versão, deriva do Arjã, dança milenar que só era executada por homens, geralmente os velhos das aldeias, e simbolizava a vitória sobre os inimigos e a conquista de territórios. Com o passar do tempo, as mulheres incorporaram a cimitarra, espécie de espada com a ponta recurvada, às suas danças.

Por Roseli Oltramari - aluna Técnico em Dança - Professora Suplente Danças Árabes
                        

terça-feira, 14 de junho de 2011

Afrodite - Tema Danças Árabes


Escolhi a música Inta omri pois para mim é a que melhor expressa o amor, mas não aquele amor melancólico, mas sim aquele amor forte, possessivo.
Afrodite sendo a Deusa do amor é assim, faz tudo para conseguir o que quer, não confia em ninguém, não tem forte sensualismo.




Por Dana el Fareda - Professora de Danças Árabes

sábado, 11 de junho de 2011

Hera - Tema de Flamenco



Na mitologia grega era a deusa do casamento. Vamos apresentar um palo chamado; alegrias, que seu proprio nome ja diz é muito alegre, vivaz, e juntamente com a roupa que tem uma cauda, vai representar o casamento.




Por Symone Coelho - Professora de Ballet e Flamenco

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Hefesto - Tema de Flamenco


Hefesto é um deus grego, seu simbolo são um martelo e uma bigorna. Por isso o palo que será apresentado no espetáculo é o martinete, que representa os homens que trabalhavam com ferraria, utilizando martelo e bigornas. Uma coreografia toda marcada com o instrumento de cajon ao vivo!



Por Symone Coelho - Professora de Flamenco e Ballet

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Tecnologia X Arte

De que forma a tecnologia pode auxiliar na arte? 
Podemos pensar que na dança o corpo é suficiente, mas assistindo a esse vídeo de dança intermídia, vemos o quanto a tecnologia pode enriquecer um movimento. Nesse exemplo, a luz "dança" com os bailarinos, fazendo parte fundamental deste incrível espetáculo. Assitam...



Por Aninha Barboza - Professora de Jazz, Ballet e Contemporâneo