Eu sempre peço para as alunas do técnico, como forma de avaliação, a criação de uma coreografia ou sequência coreográfica. Neste trabalho é avaliado o estudo da música passando pela letra e tradução, elementos que serão utilizados (instrumentos), estilos (de modalidade) e principalmente didática. Esse é a parte mais dificil, mas que também ao meu ver, fará diferença na vida desta futura professora. Contagem, montagem de sequências e didática é a base para um bom professor de dança.
Segue abaixo o trabalho da aluna Fernanda Pandolfi sobre DOC com o tema Bollywood:
Música: Main Vari Vari (editada 0:50/2:15)
4/4
Estrutura:
Introdução: 2 compassos
Refrão: 6 compassos
Verso 1: 4 compassos
Refrão: 2 compassos
Verso 2: 7 compassos
Transição para o refrão
Refrão: 5 compassos
Finalização: 3 compassos
Letra e Tradução:
Refrão:
Tumhari adao pe main vari vari
Eu sou uma escrava do seu encanto
Verso 1:
edil baat hain jaise
Seu amor para mim é como
Har ek baat hain jaise
Seu amor para mim é como
Meethi karaari
Um punhal banhado de mel
Verso 2:
Chalate hojo naimo ke Baan Tikhe
Seu olhar flamejante perfura-me como flechas
Nishaana tumh aaisa kaha se ho sikhe
Onde aprendeste tal habilidade fatal?
Ke dil mein kasak ho magar pyari pyari
Meu coração está ferido é uma dor tão profunda
Proposta da coreografia:
A música fala de amor e que ele é tão forte que a machuca. Minha proposta é fazer uma coreografia tentando passar esse amor e em algumas partes o quanto ele dói. Na maior parte da música o efeito é de felicidade como se estivéssemos apaixonadas.
Estrutura da coreografia:
A música começa em duas fileiras.
No fim do terceiro refrão ocorrerá um deslocamento para a troca de lugares, as da frente trocaraõ de lugar com as de traz e assim faremos um circulo para fazer o final da música.
Terminaremos girando e fazendo a pose final!
Fê, parabéns pelo trabalho!
Fica aí a dica para futuros coreografos!!
Por Fernanda Payão - Sócia Proprietária e Professora de DOC
terça-feira, 21 de junho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Um pouco sobre música
As dança em geral se baseiam mais no ritmo que na melodia.
A música possui elementos básicos que se fazem necessário conhecer para dançar ou ministrar aulas de dança: ritmo, melodia, harmonia e intensidade.
Na música para dançar a duração de cada harmonia deve ser fixada não só porque os passos dos bailarinos dependem dessa regularidade, mas permite que os músicos improvisem simultaneamente.
O rítmo é determinado pela melodia que pode ser lenta, moderada ou acelerada.
Além disso o ritmo possui fatores que determinam sua variedade: duração e intensidade.
A métrica é outro fator importante no rítmo distinguindo os tempos fortes dos fracos; normalmente, acentua-se a primeira ou a ultima figura de um agrupamento rítmico.
Por Myrlaine Zoldan - Professora de Música
Marcadores:
Técnico em Dança
sábado, 18 de junho de 2011
O que é um Compasso?
É a divisão da música em periodos ritmicos regulares marcados por uma pulsação.
Compasso é também um instrumento que serve para desenhar circunferências.
Mas o que uma circunferência tem haver com música?
A palavra circunferência nos remete a palavra ciclo. Os ciclos estão na natureza e nas artes em especial nas artes que têm o tempo como elemento primordial: a dança e a música.
Na música os ciclos são marcados conforme o tipo de compasso que podem ser simples (obedecem a uma subdivisão binária), ou compostos (obedecem a uma subdivisão ternária).
Em breve publicarei mais dicas sobre música e seus elementos!
Por Myrlaine Zoldan - Professora de Música - Curso Técnico em Dança
Marcadores:
Técnico em Dança
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Atena - Tema Danças Árabes
Atena nasceu da cabeça de Zeus. É uma Deusa imponente, sábia, que resolve seus conflitos através da sua astúcia e inteligência.
Também é considerada a Deusa da Guerra, com qualidades diplomáticas.
A coreografia explora seu raciocínio, equilíbrio e força, através do manuseio da espada.
Esta música é de estilo tribal que me fez vislumbrar estas caracterísiticas da Deusa. O estilo tribal remete ao autoconhecimento e domínio do próprio corpo.
Clique aqui para baixar a música da coreografia!
Por Kelly Obara - Professora de Danças Árabes
Marcadores:
Dança do Ventre,
Espetáculo Anual
quinta-feira, 16 de junho de 2011
O Nascimento da Semideusa Sophia
Sophia é a protagonista do espetáculo, e como semideusa tem características divinas como liderança, força e poder, mas também características humanas como sensibilidade e a capacidade de amar e compreender.
Busquei dar ênfase ao nascimento de Sophia e para isso escolhi o véu poi com sua presença marcante e ágil. A música é moderna e expressa a grande aventura de Sophia.
Clique aqui para baixar a música da coreografia!
Por Kelly Obara - Professora de Danças Árabes
Marcadores:
Dança do Ventre,
Espetáculo Anual
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Espadas do Oriente
Trabalho de Conclusão de Curso de 2 meses sobre Dança com Espada
Cimitarra Persa
A palavra samshir – literalmente “garra de leão”, palavra que deu origem a cimitarra em português –arma originária da Pérsia (atual Irã), que foi adotada pelos árabes e se espalhou por todo o mundo islâmico até o século XIV. É uma espada extremamente cortante.
Especial: se usado por um cavaleiro a galope contra um alvo imóvel ou vindo na direção contrária, o dano aumenta em ½ grau.
Exemplo de cimitarra de qualidade muito superior à média. Foi encomendada por Abbas, xá da Pérsia de 1588 a 1629 e mais tarde presenteada ao czar da Rússia. Desapareceu durante a Revolução Russa, mas reapareceu depois da II Guerra Mundial em uma coleção privada e está hoje no museu Berman, no Alabama (EUA). O punho e a bainha somam um quilo de ouro, 1.295 pequenos diamantes e 50 quilates de rubis, além de uma esmeralda de 11 quilates.
Especial: se usado por um cavaleiro a galope contra um alvo imóvel ou vindo na direção contrária, o dano aumenta em ½ grau.
Cimitarra Afegã
Versão afegã da cimitarra.
Especial: se usado por um cavaleiro a galope contra um alvo imóvel ou vindo na direção contrária, o dano aumenta em ½ grau.
Cimitarra Indiana
Talwar ou tulwar, cimitarra da Índia semelhante ao shamshir, mas com pomo em forma de disco.
Cimitarra Árabe
Variante árabe da cimitarra.
Cimitarra Curta
Cimitarra árabe pequena e ágil, às vezes usada em pares.
Especial: se usado por um cavaleiro a galope contra um alvo imóvel ou vindo na direção contrária, o dano aumenta em ½ grau.
Cimitarra Turca
Saif / Seif (árabe)
Clássica espada árabe, usada desde os tempos pré-islâmicos. Os cavaleiros passaram a preferir a cimitarra até o século XIV, mas continuou a ser usada por guerreiros a pé e como símbolo de status por nobres e príncipes.
Kastane
Espada típica do Ceilão (Sri Lanka), possivelmente inspirada em espadas portuguesas do século XVI. Pelo equilíbrio e beleza da decoração, é muito usada por bailarinas em suas demonstrações de dança do ventre.
Sabre Persa
Sabre persa do século XVIII, usado para esgrima.
Fonte On-line: http://rpg_ficcao.sites.uol.com.br/Armas/Espadas09.htm
Cimitarra do século XVII, proveniente da Índia.
A cimitarra (scimitar em inglês, saif em árabe, shamshir no Irã, kilij na Turquia, pulwar no Afeganistão, talwar ou tulwar na Índia e Paquistão) é uma espada de lâmina curva mais larga na extremidade livre, com gume no lado convexo, utilizada por certos povos orientais, tais como árabes, turcos e persas, especialmente pelos guerreiros muçulmanos.
É a espada mais típica do Oriente Médio e da Índia muçulmana.
Originária da Pérsia, foi adotada pelos árabes e espalhou-se por todo o mundo islâmico até o século XIV. É originalmente uma espada de cavaleiros e cameleiros: em muitos desses países, espadas retas continuaram a ser preferidas para guerreiros a pé ou para fins cerimoniais.
Comparável à katana japonesa, a cimitarra é também uma espada curva de um só gume extremamente cortante e ágil, feita com aço da melhor qualidade. e tambem usada por piratas.
Uma cimitarra típica tem de 90 cm a 1 metro de comprimento total e pesa de 1,0 kg a 1,5 kg.
Cimitarra curta
A cimitarra curta é uma variante menor e mais ágil da cimitarra, freqüentemente usada aos pares, uma em cada mão. Uma típica cimitarra curta tem em torno de 56 cm de comprimento e pesa 500 gramas .
Saif
A saif ("espada" em árabe) é a clássica espada longa árabe, usada desde os tempos pré-islâmicos. Os cavaleiros e cameleiros árabes passaram a preferir a cimitarra por volta do século XIV, mas a saif reta continuou a ser usada por guerreiros a pé e a ser o símbolo do status de nobres e príncipes. Uma típica saif tem cerca de 1 metro de comprimento total e pesa em torno de 1,2 kg.
Cimitarra de fantasia
As cimitarras reais são armas ágeis, leves e elegantes, mas, no cinema tornou-se um clichê demasiado freqüente representá-las como armas imensas, geralmente nas mãos de um corpulento guarda de harém. Réplicas de tais armas da imaginação de Hollywood costumam ter cerca de um metro de comprimento, mas pesam o triplo de uma cimitarra normal - tanto quanto uma montante (espada de dois gumes). Exigiriam as duas mãos para serem manejadas.Fonte On-line: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cimitarra
Dança com Cimitarra
Dança com várias versões para sua origem. A primeira seria que esta dança servia para homenagear a deusa Neit, mãe de Ra, deusa da guerra, que destruía os inimigos e abria os caminhos.
Uma segunda versão conta que a dança com a cimitarra surgiu das tabernas ou casas de prostituição. Os soldados, após um dia de luta, iriam descansar nesses lugares e as mulheres da casa pegavam suas espadas e dançavam, para sua diversão. Na terceira versão, deriva do Arjã, dança milenar que só era executada por homens, geralmente os velhos das aldeias, e simbolizava a vitória sobre os inimigos e a conquista de territórios. Com o passar do tempo, as mulheres incorporaram a cimitarra, espécie de espada com a ponta recurvada, às suas danças.
Uma segunda versão conta que a dança com a cimitarra surgiu das tabernas ou casas de prostituição. Os soldados, após um dia de luta, iriam descansar nesses lugares e as mulheres da casa pegavam suas espadas e dançavam, para sua diversão. Na terceira versão, deriva do Arjã, dança milenar que só era executada por homens, geralmente os velhos das aldeias, e simbolizava a vitória sobre os inimigos e a conquista de territórios. Com o passar do tempo, as mulheres incorporaram a cimitarra, espécie de espada com a ponta recurvada, às suas danças.
Fonte On-line: http://www.kahire.com.br/artigo_6.htm
Por Roseli Oltramari - aluna Técnico em Dança - Professora Suplente Danças Árabes
Marcadores:
Dança do Ventre,
Técnico em Dança
terça-feira, 14 de junho de 2011
Afrodite - Tema Danças Árabes
Escolhi a música Inta omri pois para mim é a que melhor expressa o amor, mas não aquele amor melancólico, mas sim aquele amor forte, possessivo.
Afrodite sendo a Deusa do amor é assim, faz tudo para conseguir o que quer, não confia em ninguém, não tem forte sensualismo.
Por Dana el Fareda - Professora de Danças Árabes
Marcadores:
Dança do Ventre,
Espetáculo Anual
Assinar:
Postagens (Atom)


















